Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Coja quer reabilitar o quartel de Pomares

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A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Coja pretende começar este ano a remodelação do quartel dos bombeiros da 5.ª secção em Pomares. O anúncio foi feito por Paulo Silva, vice- presidente da direcção da referida corporação, uma vez que, sustentou, na última Assembleia-Geral, o referido edifício “apresenta um estado considerável de degradação por falta de utilização contínua”. Porém e tendo em conta que, “recentemente tivemos conhecimento que a Junta de Freguesia de Pomares procedeu ao registo do edifício em seu nome, vamos encetar os contactos junto das entidades e órgãos correspondentes para a reversão da situação, de forma a, posteriormente, avançar com as necessárias obras de reabilitação”, explicou o dirigente. Entretanto e no que concerne ao quartel sede operacional, pretende-se, de acordo com Paulo Silva, “continuar a dinamizar e a rentabilizar o espaço existente, de forma a criar uma maior valência e aproveitamento de todas as sinergias existentes no mesmo”, sublinhando que o objectivo é “criar e oferecer uma maior utilidade para todos os operacionais, sócios, amigos e visitantes, criando, assim, uma ligação de proximidade e dinamização mútua”. Por outro lado e recordando que, no ano passado, já foram recuperados alguns espaços do quartel, nomeadamente “a remodelação dos balneários e instalações sanitárias masculinas, a substituição das redes interiores de abastecimento e distribuição de águas (quentes e frias) e a instalação de sistema autónomo para produção de águas quentes sanitárias a todo o edifício”, o dirigente ressalvou, no entanto, que “algumas das obras previstas no plano de actividades de 2018 não foram executadas porque a candidatura prevista ao Portugal 2020 não abriu novamente e assim não foi possível a sua submissão”. Na Assembleia Geral em que foram aprovados por unanimidade quer o orçamento, (com uma receita e despesas previsionais no valor de 649.450,00 euros), quer o plano de actividades, por unanimidade, foi também dado a conhecer que a direcção pretende adquirir este ano uma nova ambulância de socorro “tipo B”. “As viaturas de saúde, na sua maioria, são utilizadas diariamente e com mais frequência, o que origina um grande desgaste das mesmas”, sustentou Paulo Silva acrescentando que “atendendo ao crescente número de solicitações e à idade da nossa frota automóvel, torna-se imperativo a aquisição de uma nova ambulância de socorro”.