Misericórdia de Góis quer ter mais utentes na sua ERPI

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DSC06540A Santa Casa da Misericórdia de Góis pretende alargar a capacidade da sua Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), que actualmente conta com 45 utentes, para 49. Porém, para que esse desiderato se concretize, esta instituição tem que concluir esse processo de alargamento com o Centro Distrital da Segurança Social de Coimbra. Este, é de facto, o principal objectivo para o próximo ano, como anunciou o provedor daquela Misericórdia na última Assembleia Geral e na qual foi aprovado, por unanimidade, o Plano de Actividades e Orçamento para 2018. No referido documento foi dado a conhecer que a Mesa Administrativa pretende “estudar a possibilidade da alienação do Hospital Monteiro Bastos, ou outra opção de maior interesse para a Santa Casa, no sentido de evitar que continue a degradar-se, através de uma parceria com o município ou com outras entidades públicas ou privadas”. Alem disso, a instituição pretende “reforçar junto da Administração Regional de Saúde, a necessidade de proceder a uma intervenção de emergência nas instalações onde funcionou a extensão de saúde de Vila Nova do Ceira, e que são propriedade da instituição”, querendo também “encetar esforços para que, no decurso do ano, seja elaborado um projecto de requalificação do Hospital Rosa Maria, com vista à instalação de uma Unidade de Cuidados Continuados ou outra resposta”. Assumindo como papel primordial “continuar a pugnar pelo bem-estar de todos os seus utentes” e visando “alargar ainda mais a sua acção”, a Misericórdia quer ainda, em 2018, “aproveitar novas oportunidades que possam surgir no âmbito do Quadro Comunitário de Apoio 2020”, uma vez que, sustenta no documento, “poderão vir a ser instrumentos facilitadores da requalificação e melhoria dos nossos equipamentos e na dinamização de novos projectos ou acções de intervenção”, adiantando que vão elaborar candidaturas a programas/projectos “sempre que os objectivos se enquadrem no plano de intervenção delineado”.