União Recreativa e Cultural da Urgueira inaugura sanitários e balneários

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dsc01868A União Recreativa e Cultural da Urgueira, São Martinho da Cortiça assinalou o seu 10º aniversário e inaugurou uns sanitários e balneários, construídos junto ao recinto de festas. Em causa está um investimento de cerca de 26 mil euros e na ocasião foi descerrada uma placa numa das paredes dos balneários, de forma a homenagear o casal Antenor Carreira de Oliveira e Maria dos Anjos Martins, conterrâneos que contribuíram com 11 mil euros para este projecto. Alfredo Lopes e António Pinto, dois outros conterrâneos ofereceram os terrenos para que os sanitários e balneários pudessem ser construídos. Regozijando-se com as obras inauguradas no também designado “Dia da Colectividade”, Avelino Figueiredo confessou serem “obras há muito desejadas”, uma vez que, explicou, “a União precisava deste espaço, não só para permitir aos muitos participantes que, durante o ano, participam nas várias actividades que promovemos, que tomem banho e cuidem da sua higiene, mas também aos muitos peregrinos que, habitualmente, a caminho de Fátima, aqui fazem uma paragem e pernoitam na sua sede”. Agradecendo a colaboração de todos os conterrâneos, o presidente de direcção da União Recreativa e Cultural da Urgueira revelou que os sanitários e balneários começaram a ser construídos em Setembro deste ano e “com muito esforço, conseguimos fazê-los”. Dando também a conhecer que contaram com a presença de 130 pessoas, entre Urgueirenses, amigos e entidades convidadas, no almoço comemorativo do 10º aniversário da colectividade, o dirigente, que desempenha este cargo desde a fundação da União, aproveitou a ocasião para lembrar que, no próximo ano, vão ser eleitos os novos órgãos sociais, apelando, desde já, para que “haja algumas listas para disputar a presidência”. Entretanto e recordando que, este ano, a colectividade já tinha levado a efeito outra “grande obra” – a colocação de um novo palco no recinto de festas – Avelino Figueiredo referiu que, neste caso, foram necessários “cerca de três mil euros”. Revelando que o palco utilizado até então “era pequeno e estava degradado”, o dirigente lembrou que “fizemos um palco móvel, com uma cobertura móvel, que permite que se possa subir até quatro metros de altura”.