Obras de ampliação e remodelação do Centro Social Rocha Barros concluídas em Junho

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A Câmara Municipal de Góis atribuiu 15 mil euros ao Centro Social Rocha Barros para ajudar a custear as obras de ampliação e remodelação que decorrem naquela instituição. O anúncio foi efectuado na última Assembleia Geral pelo presidente da colectividade, Fernando Barata. “Agradeço muito ao município de Góis, não só por este apoio como pela cedência dos transportes”, sublinhou, aguardando todavia que “entretanto, de forma faseada cheguem outros apoios”, para uma obra, que no entender do dirigente, “ficou a marcar o ano de 2016 e que, apesar de algum atraso, esperemos que esteja concluída em meados de Junho”. Apresentando um investimento na ordem do meio milhão de euros, no entender de Fernando Barata, as referidas obras “vêm contribuir não só para uma melhor e mais moderna funcionalidade, como virão dar mais e melhores condições aos já muitos idosos e crianças que acolhe”, frisando que os utentes do Centro foram acolhidos durante algum tempo em instalações cedidas quer pela Misericórdia quer pelo município de Góis, devido “às restrições das obras”.  Reconhecendo que o ano transacto “foi um ano muito positivo, em que conseguimos realizar aquilo a que nos tínhamos proposto”, o dirigente destacou as acções de formação que a instituição proporcionou aos funcionários, para, “lhes dar mais competências e consequentemente contribuir para ajudar na melhoria do bem-estar dos utentes”. Fernando Barata recordou ainda a constituição de uma comissão de pais, “com quem temos dialogado e que nos tem feito propostas importantes para uma melhor planificação”, ressalvando por outro lado que as valências de creche e jardim-de-infância “obrigam a algum esforço financeiro, mas que acaba por ser um investimento no futuro”. No sentido de ultrapassar essa situação, Fernando Barata adiantou que “pretendemos pedir a revisão do acordo da Segurança Social”, uma vez que, sustentou, “temos crianças que não são abrangidas por esse acordo e não lhes podemos fechar a porta”. Aliás, reforçou, “era bom que houvesse ainda mais crianças em lista de espera, ter cá muita gente, porque um casal que se vá embora é trágico para Góis”.centro