Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja celebrou 149 anos e apresentou quatro novos instrumentos

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A Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja, celebrou quarta-feira o seu 149.º aniversário. Uma data que de acordo com Sílvia Tavares, “tanto nos honra e honra a vila de Coja”. O programa agendado para o efeito começou pelas 9h:30 com a execução do hino da Filarmónica junto á sua sede, seguida de uma romagem ao cemitério com vista a homenagear associados e filarmónicos falecidos. Pelas 11h30 teve lugar a Eucaristia na Igreja Matriz de Coja e posteriormente uma saudação á vila de Coja. O dia culminou com a realização de um almoço comemorativo da efeméride, onde foram dados a conhecer os quatro instrumentos recentemente adquiridos pela Banda, nomeadamente, um trombone, um trompete, um clarinete e um saxofone, num investimento total por parte da Filarmónica de 5000 mil euros. “Todos os associados e amigos vão ter oportunidade, daqui a pouco, de contactar com mais um investimento efectuado em instrumentos, que são muito necessários para assegurar a qualidade e subsistência da Banda, constituída por 58 elementos com uma escola de música a funcionar de forma gratuita, onde não faltam crianças e jovens a querer aumentar a sua educação musical”, referiu na ocasião a dirigente da Comissão Administrativa que gere actualmente a Filarmónica. “O saxofone foi comparticipado por um associado que prefere manter o anonimato e quanto ao investimento realizado iremos efectuar um pedido de ajuda á Câmara Municipal que tem sempre contribuído para a nossa actividade de forma relevante”, informou a antiga presidente de direcção daquela colectividade. Sílvia Tavares garantiu que a Banda “está de boa saúde e recomenda-se”, dando a conhecer que “continuamos a ter um grande carinho e sucesso junto daqueles com quem estamos, e dos territórios que representamos e onde vamos”. “O ano correu muito bem e no que toca a actividades foi muito recheado de eventos, mas, muito cansativo, pois além das participações nas festas também fizemos questão de dizer que sim a quem precisa da colaboração da Filarmónica na nossa terra e participámos em alguns encontros de Bandas, onde podemos divulgar a qualidade do nosso trabalho”, frisou a dirigente e elemento integrante da direcção á cerca de duas décadas. Como tal, acrescentou, “a única coisa que precisa são corpos sociais, pois está em Comissão Administrativa desde Abril, após três actos eleitorais em que nenhuma lista se apresentou a sufrágio”, sublinhando que, “até ao final do ano que é quando a Comissão termina, terá lugar uma Assembleia Geral para eleger os órgãos sociais”. Sílvia Tavares garantiu não se recandidatar, uma vez que, sustentou, “já integro desde os 16 anos a direcção em diferentes cargos e é hora de renovar, para surgirem novas ideias e contributos”, assegurando todavia estar “sempre disponível para ajudar, até porque como associada esse é o meu dever”.22886074_1466185916811310_3482047734922661773_n