“Comendadores de Góis” retrata a vida de oito Comendadores Goienses

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livroComendadores de Góis” de Fernando Bandeira da Cunha é o título do livro apresentado no auditório da Casa da Cultura de Góis, que como o próprio nome indica retrata a história de vida de oito Comendadores nascidos em Góis, (Augusto Luís Rodrigues, Capitão-Tenente José Maria Gouveia, José Domingos Alves Baeta, António Torres Dias Galvão, Augusto Antunes Garcia, Joaquim Marques Monteiro Bastos, Manuel Lourenço Baeta Neves e Joaquim Lourenço Baeta Neves) e que, independentemente do seu sucesso profissional e financeiro, “nunca esqueceram as suas raízes, contribuindo solidariamente para obras sociais no concelho”. A ideia surgiu no seio do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis em 2013, por isso coube a Luís Martins efectuar a primeira abordagem ao tema. Começando por referir que este livro “poderá deixar um contributo histórico aos goienses e a quem tiver interesse no tema”, o presidente daquele Conselho Regional, sublinhou que “consideramos que não é dada a importância devida, nos tempos actuais, ao papel desempenhado por estes homens, no auxílio social e desinteressado à construção da sociedade goiense, em períodos de carências várias, transversais à sociedade, e em períodos políticos conturbados”. Citando o prefácio da obra que ele mesmo redigiu, Luís Martins, recordou que “o regionalismo é vivido por homens simples e humildes, defensores de grandes causas, com amor e dedicação às terras que os viram nascer e sobreviveu até aos nossos dias”, acrescentando que “também estes regionalistas e outros goienses que, de uma forma anónima, terão dado tanto ou mais a Góis, mereciam ser referidos”. Frisando que “Comendadores de Góis” apresenta como propósito “deixar em memória os goienses que foram agraciados com o título de Comendador”, o dirigente deixou uma palavra de agradecimento a Fernando Bandeira da Cunha por “ter tornado realidade este sonho”, bem como “a todos os que deram o seu contributo para o livro”. “Também nos dias de hoje a solidariedade é necessária e deverá ser reconhecida”, vaticinou, enfatizando que esta obra pretende “relembrar que ser solidário é preciso e a nossa gratidão deve estar sempre presente”. A apresentação da obra coube a José Luís Nogueira que começou por partilhar algumas curiosidades e dados históricos, desde a origem de Góis, passando por uma abordagem a todos os Comendadores que compõem o livro, bem como seus principais feitos e obras. Por sua vez, o autor do livro fez um resumo da obra, dando a conhecer “a grande influência dos Comendadores no progresso de Góis”. Agradecendo a todos aqueles que contribuíram para a elaboração da obra, nomeadamente a Luís Martins, a Henrique Antunes, a Mário Barata e a Adriano Pacheco, Fernando Cunha agradeceu ainda a José Dias Santos, pelo apoio dado pela Casa do Concelho de Góis, bem como a Inês Barata, pelo trabalho gráfico (capa e composição).