Assembleia Geral dos B.V. de Côja aprova Plano e Orçamento para 2015

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A Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Côja aprovou por unanimidade o plano de actividades e orçamento para o corrente ano, em que o total de despesas e receitas se cifra em 496,100,00 euros.

Após a leitura dos documentos Jorge Matos Silva deixou “o preito de homenagem àqueles que nos deixaram em 2014, que serviram os Bombeiros e que ajudaram a Associação a atingir o patamar cimeiro na prestação de serviços”. Na sua intervenção, o presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários de Coja, também não esqueceu os Bombeiros “que no seu dia-a-dia fazem da instituição um espelho de bem servir, servindo com carinho e amor os que deles precisam em horas amargas e de aflição”. No que concerne ao plano de actividades, destaque para o desenvolvimento de acções respeitantes á captação de novos elementos voluntários, o que no entender do dirigente, “se torna mais difícil pelo défice de fixação de pessoas jovens na nossa região”. Ainda assim, assegura, “continuar-se-á a aumentar o grau de prontidão, resultante da melhoria na formação a dar aos nossos funcionários, assim como aos elementos do corpo activo”. Já no que respeita á área associativa, “continuar-se-ão as campanhas de angariação de novos sócios”, já que revelou Jorge Silva, “este ano, (2014), houve um record de recuperação de associados com os respectivos pagamentos”. Entretanto, anunciou, “serão promovidas campanhas e peditórios junto das populações circundantes, sensibilizando-as para as necessidades desta Associação”. Quanto á aquisição de equipamentos, “continuar-se-á com a promoção de acções para a compra de desfibrilhadores automáticos externos, no sentido do cumprimento da norma Europeia que obriga a que cada ambulância seja equipada com um daqueles aparelhos”. Já no que se refere às instalações, “julgamos ter feito o necessário no que respeita á manutenção, para que, durante uns anos não tenhamos necessidade de obras de fundo”, afirmou o dirigente, acrescentando que no que respeita às viaturas, “este ano, (2015) teremos que equacionar e programar a substituição de ambulâncias que estão no ciclo final de utilização útil”.